Boas maneiras nas negociações condominiais

Boas maneiras nas negociações condominiais

O resultado positivo do exercício da função de síndico é diretamente proporcional a familiaridade que esse player tem com as soluções que os fornecedores de produtos e serviços do setor condominial oferecem

O síndico com um vasto conhecimento de soluções de mercado é um síndico mais capacitado para atender as necessidades da massa condominial. Tenho repetido tanto esse mantra que estou ficando conhecido como o chato da capacitação de mercado.

Porém não basta somente conhecer as soluções e os fornecedores. É preciso entender do protocolo de negociação para gerar uma fluidez na jornada de implantação da solução no condomínio.

Assim como o síndico tem que cumprir algumas etapas para aprovar uma demanda, passando por coleta de orçamentos, origem de recursos e aprovação de assembleia. Do outro lado o fornecedor também deve realizar uma visita, elaborar o orçamento, alimentar seu sistema de CRM (dê um Google em: Customer Relationship Management) antes de "fechar o pedido".

Por isso é necessário fortalecer esta cultura de boas maneiras, colaborando e entendendo os processos de ambos os lados da negociação. Esse foi o desabafo de uma colega que, já há algum tempo, atua no setor comercial de uma das empresas fornecedoras de mão de obra terceirizadas que me inspirou a escrever este artigo.

É comum nós, síndicos, ficarmos incomodados com a demora na entrega de um orçamento, porém no momento da solicitação não costumamos perguntar como podemos colaborar para agilizar esse processo. Também nos esquecemos que temos o compromisso, como ato de boas maneiras, dar um feedback do resultado da assembleia, informando o porquê do orçamento ter sido ou não aprovado.

Este tipo de conduta entre o síndico e fornecedor fortalece o mercado, como também fortalece o desempenho em alta performance de ambos. Procure sempre cumprir estes passos:

1. Peça o orçamento com tempo hábil para o fornecedor confecciona-lo.

2. Seja preciso nas informações necessárias para isso.

3. Viabilize visitas e contatos se for preciso.

4. De um retorno para um possível ajuste fino antes da apresentação na assembleia.

5. Permita que o fornecedor participe da assembleia para prestar esclarecimentos detalhados.

6. Mantenha contato e dê feedback mesmo se o orçamento não for aprovado.

O motivo para tudo isso é simples, devemos tratar o mercado como gostamos de ser tratados. Forte abraço!

Rogério de Freitas é graduado em Administração de Empresas, pós-graduado em Marketing e Gestão Empresarial e síndico profissional.

 

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