Carros elétricos: a tendência que veio para ficar

Carros elétricos: a tendência que veio para ficar

Cada vez mais disponível para compra no mercado nacional, a aquisição dos carros elétricos promete muitos benefícios, apesar de ainda ser pouco acessível para a maioria dos motoristas.

Marcas como: BMW, Chevrolet, JAC, Nissan, Renault e Volvo oferecem veículos que prometem reduzir a emissão de gases poluentes, emitir menos ruídos dos motores, além de apresentar inúmeros recursos inteligentes e custos de manutenção mais baixos. Também é fato que o custo da aquisição é superior se comparado aos veículos tradicionais a combustão, mas o investimento pode ser recuperado a longo prazo.

No meio urbano, o número de motoristas residentes em condomínios é cada vez maior, então surge a dúvida: “meu condomínio está preparado para os carros elétricos?”

Para entender essa questão e a solução para o tema, é fundamental compreender que a evolução das tecnologias é um “caminho sem volta”, sendo que, construtoras de todo o país, especialmente nas grandes cidades, vêm se adequando a esta realidade e já lança empreendimentos preparados para a recarga dos veículos elétricos.

Atualmente em Santa Catarina, nas áreas atendidas pela CELESC, não há legislação vigente que regulamente estas instalações, apesar de estarem sendo feitos estudos para uma normativa. O objetivo é padronizar estes casos, com destaque para os condomínios, onde a adequação necessária pode impactar em mudança de projeto, de layout e de demanda, principalmente em condomínios mais antigos, que ainda não fizeram reforma das instalações elétricas (retrofit), atendendo o aumento de carga que naturalmente ocorre com o passar dos anos nos edificios.

Assim, a recomendação é a de buscar o apoio de empresa de engenharia especializada, para confecção de projeto de adequação, que indicará se há necessidade ou não de submeter tal alteração à aprovação da CELESC, além de formalizar os processos internos e estabelecer critérios definidos quanto ao tipo e forma de instalação.

Vale lembrar que o investimento em um projeto traz consigo a segurança de um Responsável Técnico e pode gerar uma economia significativa nos custos de instalação do sistema, além de manter os aspectos legais em conformidade, até mesmo para uma necessidade de cobertura, em caso de algum sinistro.

“Bora lá” analisar esta questão em seu condomínio?

Néia Lehmkuhl é administradora, especialista pós-graduada em Gerenciamento de Projetos, pós-graduada em Gestão da Segurança Contra Incêndio e Pânico, pós-graduada em Gestão da Qualidade e gerente de Projetos na Portal Sul Energia.

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