Disjuntores, DR, DPS e outros dispositivos de segurança

Disjuntores, DR, DPS e outros dispositivos de segurança

O mercado de materiais elétricos oferece muitas opções que visam proteger as instalações e que por consequência, trazem segurança e economia aos usuários. Mas como saber se um condomínio possui os melhores recursos instalados e como está o funcionamento desse, que é um sistema tão importante e que costuma ser negligenciado?

Para refletir sobre o tema, é preciso entender que cada edificação possui uma demanda e necessidades diferentes, onde inúmeros fatores serão determinantes para que sejam estabelecidos os critérios e características das instalações elétricas, por isso a grande dica é sempre a de buscar empresas especializadas, registradas no CREA e que atuam no meio condominial, de forma a compreender melhor as necessidades e as dificuldades deste nicho de mercado, que é tão específico.

Quando falamos em proteção de instalações elétricas de baixa tensão, os primeiros dispositivos que nos vêm à mente são: os disjuntores, os DR – dispositivo residual e os DPS – dispositivo de proteção contra surtos.

De forma bastante simples, podemos definir que:

  • Disjuntores – tem como principal função, proteger as instalações. Assim, quando ele desarma (ou cai), geralmente significa que algo de anormal está acontecendo e por isso, o equipamento entra em ação, cortando o fluxo de energia. Importante ressaltar que JAMAIS deve-se substituir um disjuntor que está desarmando por outro de maior capacidade, pois isso vai retirar ainda mais a proteção das instalações. Ele também é o mecanismo utilizado para ligar/desligar o sistema, objetivando manutenções e outras intervenções, com a segurança necessária (mas não deve ser usado em substituição ao interruptor);
  • DR – indicado para uso em “áreas molhadas”, tem como função impedir que alguém receba um choque, o que é mais comum de ocorrer em banheiros, cozinhas, áreas de serviço, piscinas, jardins, etc.;
  • DPS – ele é como um “para-raios” da rede, mas não devemos confundi-lo com o para-raios da edificação (que deve estar interligado com o DPS), pois suas funções são similares, porém o DPS protege a edificação através da entrada de energia que vem pela rede da Concessionária (CELESC), enquanto o para-raios popularmente conhecido (SPDA), protege a edificação das descargas atmosféricas, causadas pelos fatores climáticos.

Além destes, outros dispositivos são desenvolvidos e aprimorados periodicamente, então para obter os melhores resultados tanto em segurança, quanto em economia, é fundamental manter a regularidade das manutenções (especialmente as preventivas), de forma responsável e sob critérios técnicos atualizados.

Néia Lehmkuhl é administradora, especialista pós-graduada em Gerenciamento de Projetos, pós-graduada em Gestão da Segurança Contra Incêndio e Pânico, pós-graduada em Gestão da Qualidade e gerente de Projetos na Portal Sul Energia.

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