Não desafine na sinfonia condominial

Não desafine na sinfonia condominial

Música é a forma de arte mais familiar à raça humana. Ela expressa sentimentos e provoca sensações aos ouvidos e corações de qualquer cultura nos quatro cantos do mundo. Desde o cantar de um passarinho até a sinfonia de uma orquestra. 

Minha proposta aqui é enxergar a gestão condominial através da estrutura de uma sinfonia. E assim como na música, refinar nossos ouvidos para descartar qualquer "ruído" dissonante das perspectivas de uma sindicatura de sucesso.

O grupo de funcionários e prestadores de serviço seria responsável pela harmonia que faz fluir a melodia, no nosso caso, o funcionamento do condomínio.

O segmento melódico são os condôminos, vistos como parte do elenco e não na zona de conforto do espectador. Se em uma sinfonia o solista brilha, devemos enxergar nossos condôminos como as estrelas do espetáculo que devem executar à risca e de forma coletiva a obra sinfônica.

O segmento rítmico, executor da parte burocrática da sinfonia, será tocado com o auxílio das administradoras, escritórios de cobrança, instituições financeiras e corpo técnico contratado. Como metáfora, estão desde as cobranças de taxas condominiais até as obrigações financeiras do condomínio, para garantir a cadência da vida condominial.

Na sinfonia condominial também temos nossos compositores, que pautam as notas a serem executadas nas linhas da convenção, do regimento interno e das decisões assembleares. Muitas vezes os compositores dessas partituras são as incorporadoras, que por força de lei apresentam uma minuta, geralmente não revista pelos cocompositores, os condôminos, no momento da constituição do condomínio. Como é pouco provável que a incorporadora esteja na plateia ou no elenco, é preciso priorizar o exercício desta composição aos membros do segmento melódico, os condôminos.

E quem cuida da rigidez da execução desta sinfonia? Quem conduz o andamento, controla a harmonia e não permite que a melodia desafine? Sim, o síndico é o maestro do condomínio. Assim como na sinfonia este maestro deve ser um “virtuoso”. Ou seja, não precisa ser um instrumentista, mas deve ter familiaridade suficiente para saber que nota todos os elementos do elenco podem e devem executar dentro do que está definido como espetáculo. Ele não é a estrela do espetáculo, mas o responsável pelo brilho das estrelas do elenco.

Rogério de Freitas é graduado em Administração de Empresas, pós-graduado em Marketing e Gestão Empresarial e Síndico Profissional.

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