Elevadores: manutenção evita problemas para os síndicos

Manutenção preventiva em dia: o síndico pode ter responsabilidade civil e criminal em caso de acidente com elevador Manutenção preventiva em dia: o síndico pode ter responsabilidade civil e criminal em caso de acidente com elevador

Em edifícios residenciais, um elevador pode durar 30 anos ou até mais se tiver manutenção frequente e atualização tecnológica

Eles trazem conforto e rapidez para os usuários de qualquer edifício, mas por trás da comodidade tem sempre um síndico atento para que o equipamento funcione corretamente. E problemas não faltam, pois é comum ouvir de síndicos que os elevadores trazem muita dor de cabeça, além de custos altos para o condomínio. Oscilações de energia, excesso de peso e mau uso das máquinas são as principais complicações enfrentadas pelos síndicos. Confira as dicas de especialistas:

DICAS DOS ESPECIALISTAS

● No setor de manutenção de elevadores a maior incidência de defeitos, paralisações e mesmo acidentes estão relacionados a problemas em portas de pavimentos, fechos, trincos, molas, entre outros, seguidos por problemas eletroeletrônicos nas placas, relês, inversores, motores.

● Se o síndico receber a notícia que seu equipamento vai ficar parado porque estourou uma trança de cabo de tração ou a máquina trancou devido a um rolamento é um alerta, pois itens como esses não dão problemas de uma hora para outra. É sinal que o processo de manutenção não está recebendo a devida atenção.

● Todo mau uso acarreta desgastes e quebras que não ocorreriam se tivessem uma conduta correta e se colocadas câmeras no intuito de coibir tais depredações. Um dos maiores causadores de danos ocorre no processo de mudanças, desde arranhões na cabine à quebra de componentes de porta e teto. O uso de acolchoados protetores reduz esse tipo de incidência.

● A presença e o acompanhamento do zelador no processo evita muitas dores de cabeça. Uma das práticas recomendadas é a de que o zelador inspecione o estado da cabine junto com o responsável da mudança no início e no término para cobrança de qualquer dano causado.

● O mau uso também afeta a vida útil do elevador, por exemplo: alguns funcionários de condomínios têm o hábito de escorrer a água de limpeza de halls e corredores para dentro da caixa de corrida do elevador. Esse procedimento pode fazer com que os dispositivos elétricos dos trincos das portas de pavimento entrem em curto e, como consequência, o elevador para de funcionar.

● O maior problema enfrentado pelo síndico no que se refere à manutenção de elevadores é a falta de conhecimento para tomada de decisões e isso o faz muitas vezes aceitar o que lhe é apresentado que, por vezes, pode não ser o mais vantajoso para o condomínio, acarretando custos muitas vezes altos.

● Contratos de manutenção: o síndico deve ficar atento ao valor, se está muito acima do mercado ou muito abaixo. Se for muito abaixo desconfie, pois o barato sai caro, principalmente se não tiver como fiscalizar e avaliar o serviço prestado. Quanto a cláusulas, ficar atento a multas de rescisão e não assinar contratos com muitos anos de vigência; no máximo dois anos.

● É bom lembrar que o síndico é responsável civil e criminal em caso de acidente com elevador. Como representante do condomínio, vai ser indiciado em processo criminal e investigação para apurar se não houve nenhuma negligência, imprudência ou imperícia da parte dele como gestor. Portanto, itens de segurança dos elevadores devem ser tratados com urgência e a empresa contratada deve ter um responsável técnico.

● Em edifícios residenciais, um elevador pode durar 30 anos ou até mais. Entretanto, o equipamento precisa de manutenção frequente e adequada e atualização tecnológica periódica.

● Quem escolhe o elevador a ser instalado no edifício é o construtor do prédio e, às vezes, é o menor preço do equipamento que orienta a escolha. Eventuais problemas posteriores pertencem aos condôminos. Escolhendo um elevador de menor custo, certamente a qualidade do equipamento será menor e as peças serão substituídas num tempo menor do que se fossem adquiridas de uma empresa que trabalha com peças de melhor qualidade. A modernização do elevador virá mais cedo, talvez dentro de cinco anos.

Mas, se o construtor do edifício teve o cuidado de escolher um fornecedor de primeira linha, os problemas serão menores. A modernização poderá ocorrer após os dez anos.

● Quando o síndico observar que, mesmo praticando a conservação mensal adequada, os elevadores continuam a dar defeitos frequentes, está na hora de pensar em modernizar os elevadores.

● Normas para construção e instalação de elevadores: NBR NM 207, NBR 16042; para critérios de manutenção: NBR 16083; para melhoria da segurança: NBR 15597; para elevadores de carga: NBR 14712.
Fontes: Francisco Thurler Valente, Engenheiro Mecânico e Vitor Charles Capistrano, consultor em transporte vertical.

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