Escolha correta de pisos resulta em bom desempenho do material
Na hora de escolher o piso ideal para uma edificação, características sobre a finalidade, a qualidade e a estética são os principais pontos que devem ser levados em consideração. Pisos antiderrapantes para áreas externas ou pisos com melhor desempenho acústico e de amortecimento, por exemplo, podem fazer a diferença nos ambientes. É tudo uma questão de saber o que usar e onde usar.
“São vários os pontos que precisamos pensar, desde a composição estética até o uso específico para cada espaço. O desgaste que um produto terá se for instalado em áreas de garagem, por exemplo, será infinitamente superior ao de outro instalado nos halls dos apartamentos. Ter uma definição adequada para áreas fitness, onde acidentes podem acontecer e pesos caírem ao chão, diminuem os gastos com reparos”, exemplifica o arquiteto e urbanista Régis Von Frühauf.
Quanto à estética, Frühauf aponta que repensar o piso diante das tendências de mercado possibilita dar cara nova a ambientes que tenham aparências retrógradas e obsoletas. “A grande aposta está nos grandes formatos. Lastras de 120x120 cm e 80x160 cm são as novidades no mercado. A utilização de uma mesma linha de porcelanato com cores e texturas iguais também”, expõe o arquiteto.
Segundo ele, as novas tecnologias propõem pisos bonitos e duráveis que possibilitam versatilidade aos ambientes. “Há uma infinidade de possibilidades, cores, tamanhos, cortes e paginações, mas o melhor é sempre se balizar em algo atemporal, de fácil manutenção e reposição facilitada”, aposta.

Durabilidade e eficiência
O arquiteto Bernardo Bahia observa que as pesquisas de tendências são cada vez mais assertivas e esteticamente diversas. Tudo isso permite uma maior oferta de materiais bonitos, sustentáveis e modernos. “As normas de desempenho visam garantir a durabilidade e eficiência dos materiais e especificações que as contemplam. A produção em larga escala e a livre competição no mercado asseguram preços competitivos ao consumidor”, afirma.
Ele alerta que a especificação incorreta dos pisos pode causar desde incômodos simples, tais como muita sujeira aparente ou mau desempenho. “Pisos inadequados (lisos) em áreas molhadas e pisos com grande reflexão sonora em ambientes que necessitam de atenção à acústica são alguns dos problemas. Cada tipo de piso possui seus coeficientes de absorção, atrito, abrasividade, resistência, mecânica, entre outros. Essas características devem estar alinhadas ao tipo de uso e atividades que serão desenvolvidas nesses ambientes” esclarece Bahia.
Para as grandes reformas em condomínios, Frühauf observa que sempre precisam ser bem planejadas. “Não se pode inviabilizar os acesso dos condôminos e, de preferência, as obras devem durar pouco tempo. Sugere-se utilizar pisos de espessura reduzida que podem ser instalados sobre pisos já existentes. Ganha-se tempo ao não remover o revestimento existente e diminui a quantidade de resíduos gerados”, explica.
Pisos de garagens em alta
Uma extensão dos apartamentos, é através das garagens que grande parte dos moradores acessa o prédio. Por isso, investir em revestimentos bonitos e de qualidade para esses espaços é também tornar mais agradável uma das portas de entrada do edifício. A pintura epóxi tem sido uma boa opção para o acabamento estético, proteção e valorização das garagens.
O revestimento a base de epóxi é indicada para pisos novos ou para a recuperação de superfícies mais antigas, principalmente quando apresentam desgastes, trincas, buracos ou quando geram poeira. A tinta tem a função de proteger o piso e mantê-lo sempre com aspecto de limpo. Entre as vantagens do uso da tinta está a valorização do condomínio, a praticidade na limpeza, a economia no uso de água para lavação, a impermeabilização contra infiltração de água e óleo dos carros e proteção da superfície contra desgaste.
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