Ceisa Center: o cotidiano do maior prédio comercial de SC

Ceisa Center: o cotidiano do maior prédio comercial de SC

 

Nos 11 andares do prédio passam cerca de 10 mil pessoas diariamente e para atender o condomínio são necessários 46 funcionários – entre eles 16 ascensoristas. 

Encravado em uma esquina da Avenida Osmar Cunha, no Centro de Florianópolis, construído em forma de S e referência arquitetônica e sentimental para diferentes gerações florianopolitanas, o Ceisa Center representa uma parcela importante da história da Capital nos últimos 38 anos.

Maior prédio comercial de Santa Catarina, com fluxo semanal superior a oito mil pessoas apenas nos seis elevadores do prédio, o Ceisa Center é também um condomínio desafiador para se administrar. “É semelhante, guardadas as proporções, a administrar uma prefeitura, pois boa parte dos municípios catarinenses não tem a circulação de pessoas que temos aqui no Ceisa”, afirma o síndico Alfred Heilmann.

Como síndico do prédio desde 1982, Alfred assumiu a missão de, entre outras coisas, estender os limites do Centro da Capital do entorno da Praça XV para a região onde se encontra o Ceisa, e também por fazer o condomínio comercial cair no gosto da população. “Antigamente o Ceisa era longe do Centro, que ficava mais concentrado na Praça XV, na Trajano e na Felipe Schmidt. O Ceisa foi então responsável também pela ampliação do Centro, que passou a se estender por outras ruas, principalmente depois dos primeiros anos de operação”, conta Alfred, atento a tudo que acontece nas galerias e salas do prédio.

Tudo no Ceisa é superlativo: São 19.800 metros quadrados de área construída, 330 salas comerciais e 230 boxes de garagem, além de 33 lojas no térreo onde é possível encontrar agência bancária, restaurantes, farmácias, óticas, cafés e lojas de roupas, lotéricas, lojas de perfumes e barbearias. O centro comercial abriga cerca de 1.000 funcionários, e só para atender o condomínio são 46 empregados – entre eles 16 ascensoristas.

Só de correspondência, o condomínio recebe diariamente 350 quilos de cartas, jornais e revistas, entre outros objetos de correspondência. “Apesar de toda essa grandiosidade, devido à administração que fazemos no Ceisa, você nunca vai encontrar uma guimba de cigarro no chão, mas sim os corredores sempre limpos, bem como os banheiros, corredores e galerias”, observa Alfred.

 

Ceisa Center

 

Assembleias e reforma externa

Com assembleias participativas, Alfred costuma convocar anualmente uma assembleia ordinária, e duas ou três extraordinárias ao longo do ano. Duas grandes reformas foram feitas no prédio nos últimos anos, uma em relação ao sistema de prevenção de incêndio e outra no sistema elétrico. “Reformas que tiveram de ser feitas para atender às necessidades de segurança advindas com o passar dos anos. Agora, entre janeiro e fevereiro, vamos começar uma reforma na parte externa do prédio, já pensando nas comemorações pelos 40 anos do Ceisa, a ser comemorado em 2017”, revela Alfred, que diz ter feito a reforma elétrica há 14 anos. “Se não, estaríamos gastando o dobro com energia”.

Atualmente, das 33 lojas, apenas uma está vaga para locação nos 11 andares do prédio por onde passam cerca de 10 mil pessoas diariamente. O Ceisa abre das 6h30 às 20h, de segunda à sexta. Aos sábados, o centro comercial funciona das 8h às 13h. Mesmo após o fechamento, a segurança não armada do Ceisa permanece de prontidão no interior do prédio. “Nos últimos anos, tivemos uma queda acentuada no número de furtos e roubos de bolsas, por exemplo. Há 10 anos, registrávamos de cinco a seis ocorrências por semana, e agora esse índice gira em torno de um caso”, explica Alfred.

 

Síndico Afred do Ceisa Center

 

Lixo: 18 contêineres diários

A limpeza dos corredores do Ceisa é algo que chama a atenção da funcionária pública Samara Xavier, 37, que diariamente passeia pelo Ceisa no horário de almoço. “Não é só os corredores, mas as lojas e salas, também. Sem falar nos banheiros, que apesar de custarem R$ 1, são muito limpos”, destacou.

Todo início de noite, 18 contêineres lotados de lixo deixam o Ceisa. Deste, 90% do material é reciclado e os outros 10% são lixo orgânico. Além desses dois tipos de lixo, o condomínio também separa o lixo hospitalar – são inúmeros os consultórios médicos e odontológicos – e o lixo eletrônico, no qual são separados para descarte pilhas, baterias e carcaças de computadores. “A gente tem um funcionário só para recolher, organizar e classificar o lixo. É preciso organização e profissionalismo para administrar essa pequena prefeitura”, conclui Alfred.

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