Condomínio sem Dengue

  • 18/Dezembro/2018 - Redação CondominioSC




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Condomínio sem Dengue

 

As medidas de prevenção e combate a dengue requerem participação de todos os moradores.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina divulgou em dezembro relatório com os números relativos aos casos de dengue, zika vírus e febre chikungunya investigados no período de 31 de dezembro de 2017 a 01 de dezembro de 2018 em Santa Catarina.

Neste período foram identificados 14.614 focos do mosquito Aedes aegypti em 160 municípios. Comparado ao mesmo período de 2017, quando foram identificados 10.681 focos em 144 municípios, houve um aumento de 36,8%.

Nesta contabilização em Santa Catarina foram notificados 1.626 casos de dengue. Desses, 57 (3%) foram confirmados (todos pelo critério laboratorial), 44 são autóctones (transmissão dentro do estado), 26 com Local Provável de Infecção (LPI) em Itapema, 7 com LPI em Balneário Camboriú, um (1) caso com LPI em Camboriú e 10 com LPI Indeterminado. Destes casos autóctones, 25 são residentes no município de Itapema, 13 são residentes no município de Balneário Camboriú e 6 residentes no município de Camboriú.

Os 13 casos importados (transmissão fora do estado) residem nos municípios de Biguaçu, Blumenau, Canoinhas, Florianópolis, Itajaí, Joinville e São José.

Dengue

 

Prevenção

Condomínios possuem um ambiente favorável para o surgimento de focos da doença por causa da variedade de locais onde o mosquito transmissor, Aedes Aegypti, pode se reproduzir. É estimado que 90% dos focos estejam não em ruas ou esgotos, mas em jardins ou residências - o que inclui também prédios.

As medidas de prevenção e combate requerem participação de todos os moradores. Veja abaixo dicas e cuidados necessários nas áreas comuns dos edifícios:

  •  Fure a parte de baixo dos pneus do playground. Nas garagens, evite o uso de pneus; há amortecedores de impacto apropriados, que dão uma aparência muito melhor às garagens.
  •  Ralos externos e canaletas de drenagens para água da chuvas: usar tela de nylon para proteção ou colocar sal semanalmente.
  •  Ralos internos de esgoto: colocar tampa abre-e-fecha ou tela de nylon (trama de um milímetro) ou, ainda, duas colheres de sopa de sal, no mínimo, semanalmente.
  • Lajes e marquises: manter o escoamento de água desobstruído e sem depressões que permitam acúmulo de água, eliminando eventuais poças após cada chuva.
  • Calhas: manter sempre limpas e sem pontos de acúmulo de água.
  • Fossos de elevador: verificar semanalmente se existe acúmulo de água, providenciando o escoamento por bombeamento.
  • Vasos sanitários sem uso diário: manter sempre tampados, acionando a descarga e semanalmente; caso não possuam tampa, vedar com saco plástico aderido com fita adesiva. Não sendo possível a vedação, acionar a válvula semanalmente, adicionando a seguir duas colheres de sopa de sal.
  • Caixas de descarga sem tampa e sem uso diário: tampar com filme plástico ou saco plástico aderido com fita adesiva.
  • Pratos e pingadeiras de vasos de plantas: substituir a água por areia grossa no prato ou pingadeira, até a borda.
  • Caixas d´água: mantê-las vedadas (sem frestas), providenciando a sua limpeza periodicamente.
  • Piscinas em período de uso: efetuar o tratamento adequado com cloro.
  • Piscinas sem uso freqüente: reduzir o máximo possível o volume de água e aplicar, semanalmente, cloro na dosagem adequada ao volume de água. Muita atenção às piscinas em unidades de coberturas que possam estar fechadas e sem acesso. Com a incidência de chuvas intensas as piscinas enchem e podem se transformar em criadouros.
  • Recipientes descartáveis: acondicionar em sacos de lixo e disponibilizá-los para coleta rotineira da limpeza pública.
  • Bromélias: substitua por outro tipo de planta que não acumule água. Enquanto esta providência for adotada, regar abundantemente com mangueira sob pressão, duas vezes por semana.
  • Entulhos ou sobras de obras devem ser cobertos enquanto não têm a destinação adequada
  •  O síndico deve divulgar junto aos condôminos os problemas observados e as condutas a serem adotadas
  • O síndico também deve distribuir a todos os condôminos o material informativo de prevenção

Fonte: Sucen (Superintendência de Controle de Endemias de SP) / Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de SC.

 

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